Carnaval 2026: MPRO articula campanha contra violência à mulher na Banda do Vai Quem Quer

Carnaval 2026: MPRO articula campanha contra violência à mulher na Banda do Vai Quem Quer



Ação integrada vai divulgar o protocolo "Não é Não" e reforçar a segurança das foliãs durante o desfile em Porto Velho

Porto Velho, RO - Com o objetivo de garantir um Carnaval seguro e respeitoso, o Ministério Público de Rondônia (MPRO) articulou uma ação conjunta para conscientizar o público sobre a violência contra a mulher durante o desfile da Banda do Vai Quem Quer. A iniciativa, definida em reunião liderada pela promotora de Justiça Maira Coura no último dia 14 de janeiro, foca na prevenção de agressões e na divulgação de canais de ajuda.

De acordo com informações do MPRO, a mobilização reúne a Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar, a Prefeitura de Porto Velho e diversos órgãos da rede de apoio à mulher.

Ação Direta no Desfile
As atividades estão marcadas para o dia 14 de fevereiro de 2026. A partir das 13h, equipes estarão concentradas em frente à Praça das Três Caixas D’Água para realizar as seguintes ações:
  • Abordagem Educativa: Orientação direta aos foliões sobre respeito e consentimento.
  • Distribuição de Materiais: Entrega de adesivos e folhetos informativos.
  • Pit Stops: Paradas rápidas para alertar sobre como denunciar abusos.
  • Protocolo "Não é Não": Reforço da ideia de que qualquer aproximação deve parar imediatamente após a negativa da mulher.
Tecnologia e Monitoramento
Para ampliar a segurança, a Patrulha Maria da Penha confirmou presença nas ruas para fiscalizar o descumprimento de medidas protetivas. Além disso, o evento contará com suporte de videomonitoramento da Polícia Militar. O MPRO também solicitou que os blocos utilizem seus painéis de LED para exibir mensagens da campanha durante o percurso.

Próximos Passos
Como parte da estratégia de prevenção, uma coletiva de imprensa será realizada na quinta-feira, 29 de janeiro de 2026. No encontro, representantes dos blocos e da Polícia Militar detalharão o uso de ferramentas de proteção, como o botão do pânico e aplicativos de ajuda rápida.

A ação reforça que o jornalismo e as instituições devem atuar na base da prevenção para reduzir os índices de violência em grandes eventos populares.



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